Encurtar um link parece uma decisão pequena. É das que mais custa desfazer: quando o endereço já está numa publicação, num cartão ou num vídeo, mudá-lo é perder tudo o que ele ia trazer.

Um link curto é uma promessa

Quando encurtas um link e o pões numa publicação, num cartão ou num vídeo, estás a prometer que aquele endereço vai continuar a funcionar. Meses depois, anos depois. É por isso que escolher um encurtador não é escolher uma ferramenta — é escolher em quem confias para manter uma promessa que fizeste tu.

Estas são as sete coisas que vale a pena exigir antes de adoptar um.

1. O link tem de poder mudar de destino

Um link estático é uma decisão irreversível. Se puseres o endereço num flyer impresso, num autocolante ou num vídeo já publicado, e o destino mudar, perdeste tudo o que aquele link ia trazer.

Um encurtador decente deixa-te mudar o destino sem mudar o endereço. É a diferença entre reimprimir mil flyers e editar um campo.

2. Domínio próprio, ou pelo menos a saída

Um link com o teu domínio é reconhecido, é clicado mais vezes, e sobrevive ao fornecedor. Se um dia mudares de plataforma, os links continuam a funcionar porque o domínio é teu.

Sem domínio próprio, todos os links que espalhaste pertencem a outra pessoa. Vale a pena perguntar isto ao início e não ao fim.

3. Estatísticas que dizem alguma coisa

Contar cliques é o mínimo. O que interessa saber é de onde vêm, em que aparelho, e a que horas — porque é isso que muda o que fazes a seguir. Um pico às nove da noite em telemóvel não se responde da mesma maneira que um fluxo constante em computador durante o dia.

4. O que acontece quando quiseres sair

Esta é a pergunta que quase ninguém faz e que devia ser a primeira. Consegues exportar os teus links? E os contactos que recolheste? Em que formato?

Uma plataforma que dificulta a saída está a dizer-te que conta com a dificuldade, e não com o serviço, para te manter.

5. Rapidez a sério

Um redireccionamento acrescenta um salto entre o clique e a página. Se esse salto demorar meio segundo, perdeste gente pelo caminho — sobretudo em dados móveis, que é onde a maior parte das pessoas clica.

6. Sem publicidade pelo meio

Alguns serviços gratuitos metem um ecrã de espera com anúncios antes de deixar chegar ao destino. Quem clicou no teu link não pediu isso, e associa-o a ti — não a quem o pôs lá.

7. Códigos QR que se possam corrigir

Um código QR é um link impresso. Se apontar directamente ao destino final, fica preso a ele para sempre. Se apontar a um link curto que possas editar, o mesmo código continua a servir mesmo que tudo o resto mude.

E se precisares de mais do que encurtar

Muita gente começa a encurtar links e acaba a precisar de uma página onde os juntar todos — para pôr na bio, no cartão, no perfil. Se for esse o caso, vale a pena escolher desde o início uma ferramenta que faça as duas coisas, em vez de acabar com o histórico partido entre dois sítios.

No Kortilink tens as duas: links curtos com domínio próprio e estatísticas, e uma página de links com 27 tipos de bloco — música, vídeo, loja, agenda, sondagens. E exportas tudo quando quiseres, sem pedir licença a ninguém.